<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902</id><updated>2012-03-02T15:20:12.297-03:00</updated><title type='text'>Sutilmente.</title><subtitle type='html'>le blues en valait la peine.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-2840832196396636695</id><published>2012-03-02T15:20:00.000-03:00</published><updated>2012-03-02T15:20:12.307-03:00</updated><title type='text'>Capítulo I.</title><content type='html'>Ele me olhava por detrás da porta, achando que eu não conseguia vê-lo. Estava enganado, afinal, como uma mulher de frente ao espelho pode não ver além de seu reflexo. Como ele mesmo costumava dizer, espelhos são um jogo perdedor, eles só mostram o contrário de qualquer maneira. &lt;br /&gt;Eu fingia não saber que ele estava ali, pela graça de vê-lo me observar, tão simples, gentil, quase dócil. &lt;br /&gt;Então ele se aproximou devagarzinho e agora, os fingimentos de saber ou não saber o que víamos haviam desaparecido. &lt;br /&gt;- Você está bonita hoje. - Ele disse colocando a mão em cima dos meus ombros e pousando a cabeça em cima de um deles. Lembro da primeira vez que fez esse mesmo movimento. Éramos crianças e brincávamos no parquinho. Eu era a princesa, vestida com as roupas de minha mãe e ele, o príncipe cavalheiro, com sua espada de plástico. &lt;br /&gt;- Você está mentiroso hoje. - Ai, como detestava que contestassem sua verdade e duvidassem de suas opiniões. Antes que ficasse furioso logo retomei a fala. - É brincadeira. Obrigado. &lt;br /&gt;- Ah bom, muito bom. Achei que começaríamos o dia com o pé esquerdo. Porque essa é você agora, sempre com o pé esquerdo. - Como já era esperado, seu tom de voz que antes fora sutil, agora havia se elevado e se tornado um tanto rude. &lt;br /&gt;- Já disse que é brincadeira. Nós não precisamos retomar aquilo que começamos ontem à noite. Chega de discussões. &lt;br /&gt;- Por mim tudo bem, mas, acho que você deveria pensar várias vezes antes de começar a falar. Esse é sempre nosso motivo de briga. &lt;br /&gt;- Eu já sei que sou errada, e prometo meu silêncio de agora em diante. Digamos que falarei o indispensável e nada além do necessário. - Acho que naquele momento eu tinha começado meu momento naturalmente dramático, despercebida. Acho que tinha jogado ele contra a parede, sem ao menos tocá-lo. Sua face ficou pálida, imóvel, como se fosse culpado de tudo que tinha acabado de acontecer e antes acontecido. &lt;br /&gt;- Mas... Não quis dizer isso. Quer dizer... Eu quis. Mas não me expressei bem. Você me conhece, eu faço tudo errado e... Desculpe. Eu não pensei antes de falar. Deve ser alguma coisa contagiosa, resta saber quem de nós dois ficou doente primeiro. - Ele riu, desconcertado, tentando cortar a tensão que acabara de tomar conta daquele minúsculo quarto branco. &lt;br /&gt;- É... Pode ser. Mas eu estava pensando e... Eu estou com saudade do que costumávamos ser. As memórias são tão boas. Eu não sei se fantasiei tudo, ou se as coisas eram realmente melhores antigamente, ou se eu estou errada, ou se você está errado, ou se eu estou falando loucamente sem parar e fazendo você se confundir. - Respirei aliviada. Tive um daqueles momentos em que esqueci completamente com quem estava falando e só falei, falei, falei, ininterruptamente. Ele me olhava anestesiado, mas riu quando ouviu a última sentença. &lt;br /&gt;- Sim, nós já fomos melhores. - Ele se aproximou e me abraçou ternamente - Mas mudamos. Você não fantasiou, as coisas são tão boas agora quanto eram antes, mas estamos desgastados e desgaste é o sinal de uma relação saudável. Se fôssemos perfeitos e exatos, teríamos por aí a fora alguns outros parceiros. Acho que somos o suficiente e estamos melhorando, mesmo que para melhorar, nós pioramos um pouquinho. Você está errada, eu estou errado, todos estão errados. Mas o melhor a fazer é aceitarmos nossos erros. Quero aceitar junto com você e melhorar junto com você. - Me correu uma lágrima pelo rosto assim que ele disse "suficiente". Sempre achei "suficiente" uma palavra pequena e que não conseguia comportar tudo o que eu queria ser. Ser o suficiente não era bom. &lt;br /&gt;- Suficiente? Isso é tudo o que somos hoje? - Tentei fazer soar o mais doce possível pra que não iniciássemos mais uma de nossas guerras. &lt;br /&gt;- Sim, somos o suficiente. Tudo o que você não pode ser, você é pra mim. Tudo que você queria ser, você é pra mim. Tudo o que você não vai ser, você já é pra mim. E se isso não me serve, se não me é suficiente, já não sei mais o que pedir. - Ele foi incisivo, certo e disse o que eu não sabia que precisava ouvir.  &lt;br /&gt;Nesse dia, eu saí e deixei a porta aberta, não me importei com o horário que chegaria em casa, não me importei em ligar, não quis saber de nada.  &lt;br /&gt;Eu sabia que quando voltasse ele estaria lá, e tudo estaria bem. Nós éramos tudo o que precisávamos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-2840832196396636695?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/2840832196396636695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=2840832196396636695&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/2840832196396636695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/2840832196396636695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2012/03/capitulo-i.html' title='Capítulo I.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-8588293794641404766</id><published>2012-03-02T02:01:00.002-03:00</published><updated>2012-03-02T02:02:23.069-03:00</updated><title type='text'>Dois.</title><content type='html'>Eu me divido em duas. A superficial e a potencial. Quem eu reluto em aceitar e quase abomino, e quem eu tenho orgulho e um tanto de medo.&lt;br /&gt;Eu me divido em duas. Duas partes, duas pessoas, dois corações, dois pensamentos, dois momentos. E isso dói. Dói saber que não posso ser uma só, para conseguir seguir em frente. Ser dois dá trabalho. Se manter dois, dá mais ainda.&lt;br /&gt;Eu me divido em duas. E não é motivo de orgulho. Eu diria com riso no olhar que é motivo de internação ou busca de ajuda psicológica, porque, ser duas não deve fazer bem pra ninguém. Quem é que consegue ser um em tempos como esses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não, eu não. Eu não me contento com pouco, com o mínimo, com o um, com o único. Eu quero mais, mesmo que não possa suportar, mesmo que não consiga manter, mesmo que não faça sentido algum, eu quero dois.&lt;br /&gt;E assim vou sendo, dois. A soma perfeita de um e um. A busca incessante do mais. O brilhantismo de poder ser além.&lt;br /&gt;Dois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-8588293794641404766?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/8588293794641404766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=8588293794641404766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/8588293794641404766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/8588293794641404766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2012/03/dois.html' title='Dois.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-207760592991630992</id><published>2012-03-02T01:51:00.000-03:00</published><updated>2012-03-02T01:51:05.815-03:00</updated><title type='text'>Sim.</title><content type='html'>Sim, alguns textos ficarão na saudade. Sim, vocês vão ter que conviver com isso. Sim, eu não me orgulho do que escrevia. Sim, eu apaguei. Sim, estou recomeçando. Sim, do zero. Sim, sim, sim, mil vezes sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim meu recomeço. Sim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-207760592991630992?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/207760592991630992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=207760592991630992&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/207760592991630992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/207760592991630992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2012/03/sim.html' title='Sim.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-6410028685530157587</id><published>2012-03-02T01:39:00.001-03:00</published><updated>2012-03-02T01:54:06.087-03:00</updated><title type='text'>Aos poucos, de volta.</title><content type='html'>Eu menti. Resolvi voltar. Re-escrever e recomeçar. Há momentos que precisamos retomar o que perdemos, porque não percebemos que, na verdade, deixamos ir um tanto antes do que deveria ter ido. Essa sou eu agora. Voltando atrás no erro, chorando pelo leite derramado e me deixando levar pelos sentimentos do passado. Mas o que sou hoje é reflexo do que fui antes e minhas escolhas me tornaram.. eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada, complicada, bagunçada e fora de eixo. Mas em reparo, contínuo. Acho que nunca vou chegar a um ponto exato onde estarei exata. Não faz parte de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu tento retomar e me fazer melhor, recomeçando, vou aos poucos, devagarinho, pra não me deixar levar pela ânsia do momento. Eu sempre me deixo levar pelo momento.&lt;br /&gt;Então vou começar de pequeno, até conseguir chegar a algo maior, como eu costumava ser antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devagarinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-6410028685530157587?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/6410028685530157587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=6410028685530157587&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/6410028685530157587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/6410028685530157587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2012/03/aos-poucos-de-volta.html' title='Aos poucos, de volta.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-6348160623854103117</id><published>2011-07-25T02:22:00.001-03:00</published><updated>2011-07-25T02:30:35.153-03:00</updated><title type='text'>Tempos Interessantes.</title><content type='html'>Bem, esse é provavelmente meu último texto no atualmente tão falecido sutilmente. Meu eixo e meu nicho agora é o outro, apesar dos sentimentos serem os mesmos.&lt;br /&gt;Eu mudei, mas continuo igual. Enquanto vou tentando arrumar e descobrir o que eu realmente sou, deixo aqui minhas últimas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E são em momentos "fúnebres" como esses, que coisas novas começam a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Engraçado como as coisas mudam. Cada um segue seu caminho e escreve sobre coisas diferentes. Antes um texto que faria todo o sentido sendo escrito por duas pessoas,&lt;i&gt; como se fosse uma só&lt;/i&gt;, hoje não consegue nem ter as primeiras linhas. E assuntos que eram comuns, nem se passam mais pela mente. Um fala sobre isso, o outro sobre aquilo. Tudo tão diferente, mas tão igual. E ao ler os textos, ainda consigo enxergar uma ponta ínfima daquela pessoa que eu conheci no passado. Mas com perspectivas totalmente mudadas. É por isso que eu gosto do passado."&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, fim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez eu continue por &lt;a href="http://sutil-mente.tumblr.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Enquanto não continuo, hei de viver tempos interessantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-6348160623854103117?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/6348160623854103117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=6348160623854103117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/6348160623854103117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/6348160623854103117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2011/07/eu-gosto-do-passado.html' title='Tempos Interessantes.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-2659346355385576891</id><published>2010-09-26T16:17:00.002-03:00</published><updated>2010-09-26T16:19:14.826-03:00</updated><title type='text'>Sem remédios;</title><content type='html'>Quero&amp;nbsp;me curar de você. Ficar longe já não adianta mais. Quero ir, me afastar, onde o sol nem consiga chegar. Um lugar que você não saiba da existência, ou sequer tente imaginar, procurar. &lt;br /&gt;Quero me curar de você. Te ignorar já não adianta mais. Não é mais tão sábio da minha parte fingir que você não existe. Só me iludo, mais e mais uma vez.. e agora, outra. Você tem outra.&lt;br /&gt;Quero me curar de você. Conseguir me apaixonar, ou só gostar de outro alguém. Encontrar em outra pessoa o que eu encontrei e o que não encontrei em você. Alguém que não preencha tudo dentro de mim, porque ainda quero ter um pouco de mim.. E de você. Pode ser só alguém que aceite ser gostado. E pela metade. Alguém que aceite dividir o mesmo espaço com você. E se for bom o suficiente, te apagar. E me curar de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Quero tanto, me curar de você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Listening to: Kate Nash, &lt;u&gt;Nicest Thing&lt;/u&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-2659346355385576891?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/2659346355385576891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=2659346355385576891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/2659346355385576891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/2659346355385576891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2010/09/quero-curar-de-voce.html' title='Sem remédios;'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-908831667157031031</id><published>2010-05-18T19:11:00.001-03:00</published><updated>2010-05-18T19:57:15.521-03:00</updated><title type='text'>futilidade.</title><content type='html'>Estou cansada de mim. Honestamente não sei mais o que faço comigo. &lt;br /&gt;Hoje, por algum motivo resolvi ler o "Ebulição", que não lia há séculos. Me surpreendi ao ver a quantidade de textos que tenho perdido. Não sei de mais nada. Por curiosade - aquela que não sei porque não guardo - resolvi ler também o "Mimados". Realmente, como são inteligentes. E é então que entra a futilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza que esses, aprenderam tanto quanto eu ou até mais. Mas souberam aplicar. Eu, enquanto aprendia - no passado -, aplicava por... imagem. Eles aplicam porque gostam. Aplicam porque entendem e porque sabem. Eu não conseigo e hoje percebo que jamais consegui. E agora entendo porque nunca consegui escrever um texto 'subjetivo' com tanto valor, quanto o que meu professor sempre fazia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho raiva de mim. Porque apesar do arrependimento, não tenho coragem de voltar e pedir para aprender tudo de novo. Me apeguei demais ao desapego e deixei passar coisas que não deveria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Chorar o leite derramado não adianta". ... Se eu conseguisse chorar. Não consigo derramar sequer uma lágrima. Então o sentimento é ainda pior. Você pensa que tem a capacidade te se arrepender, se arrepende e não demonstra qualquer tipo de reação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sou hoje? Eu queria ser como era antigamente. Pelo menos eu tinha fundo. Não era oca, como sou agora. Eu não consigo fazer nada, além de piadas sobre a aleijada da novela, ou falar mal do colega que está do outro lado da sala. Entrei em um grupo de teatro, talvez, para suprir o vazio e a falta de genialidade. Agora, me envolvi com um grupo de samba/pagode e sou elogiada todos os dias por minha voz doce e encantadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem contar o fato que 'desisti/abandonei' a fotografia e passei a me focar na moda !&lt;br /&gt;De raiva, uma fotografia !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm5.static.flickr.com/4001/4411070765_65e809ac4c_o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://farm5.static.flickr.com/4001/4411070765_65e809ac4c_o.jpg" width="320" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;É antiga, mas ainda me faz acreditar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei à caverna, logo quando pensei que tinha decifrado-a.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-908831667157031031?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/908831667157031031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=908831667157031031&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/908831667157031031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/908831667157031031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2010/05/futilidade.html' title='futilidade.'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-7803326444708976846</id><published>2009-10-23T19:56:00.001-02:00</published><updated>2009-10-23T19:58:34.679-02:00</updated><title type='text'>memórias de um escritor falido;</title><content type='html'>agora minhas mãos começam a tremer. as dores não me atrapalhavam, afinal, ara só descansar meus dedos por um par de segundos que tudo voltava ao normal. minha mão trêmula, cria um texto ilegível a olho nu e um tanto que borrado. a tinta mancha o papel, assim como a ponta de meus dedos. onde eu estava? oh, céus, agora me esqueço também?! mas que diabo! é a idade. me conformo. minha cabeça pesa. minha cabeça pulsa. sinto certo sono. parece que sinos badalam dentro da minha cabeça. me sinto em dia de missa. ah! ajuda... &lt;br /&gt;acho que passou. olhos pesados, tudo fica meio borrado. as letras agora são dduplas. tudo é sem sentido. o que estou escrevendo? perdi meu foco. já não sei onde quero chegar. quero ficar bom. é melhor eu ir tomar um copo de leite. talvez uma taça de vinho. melhor ainda, vodka. depois vou me deitar. estou em decadência, já disse, preciso de ajuda. o primeiro passo é admitir. &lt;br /&gt;meu olhos pesam novamente. parece que estou boiando sob uma piscina calma. ouço risos. ah, são crianças... agora esse balanço já não é tão calmo ou sequer suave. ha, não sei porque mas me veio à cabeça turbulência no fundo do mar. meus devaneios...&lt;br /&gt;,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;cavalos-marinhos...&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-7803326444708976846?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/7803326444708976846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=7803326444708976846&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/7803326444708976846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/7803326444708976846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2009/10/memorias-de-um-escritor-falido.html' title='memórias de um escritor falido;'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2727586633320208902.post-684014786683842594</id><published>2009-10-21T20:07:00.001-02:00</published><updated>2009-10-22T18:14:01.494-02:00</updated><title type='text'>o que nos resta;</title><content type='html'>eu acredito no céu. e também no inferno. eu nunca estive em nenhum dos dois, mas eu acredito que eles existem; porque se não existissem, só nos restaria o limbo...&lt;br /&gt;céu. inferno. limbo. ninguém realmente sabe para onde estamos indo. ou o que nos espera quando chegarmos lá. mas a única coisa que sabemos com certeza absoluta, é que há momentos que nos levam a outro lugar. momentos de céu, na terra. e talvez por enquanto, é tudo o que precisamos saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;/ tardedeagosto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2727586633320208902-684014786683842594?l=su-tilmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://su-tilmente.blogspot.com/feeds/684014786683842594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2727586633320208902&amp;postID=684014786683842594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/684014786683842594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2727586633320208902/posts/default/684014786683842594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://su-tilmente.blogspot.com/2009/10/o-que-nos-resta.html' title='o que nos resta;'/><author><name>Júlia Duarte.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04091986012722312434</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-714v6LKJhqg/Th4D_R98YCI/AAAAAAAABZ8/6PmfDE4CQQs/s220/face.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
